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terça-feira, 15 de agosto de 2017

Por que os computadores não funcionam sem parar?

A briga entre o criador do Minix e czar dos sistemas Operacionais Andrew S. Tanenbaum e Linus Torvalds é lendária no mundo dos sistemas operacionais. Antes do Linux havia o Minix. Torvalds criou sua primeira versão do Linux em 1991 sobre o sistema do professor Tanenbaum. Agora, o sr. Tanenbaum concordou em escrever um editorial para a Linux Magazine. Sua opinião não mudou ao longo dos anos: o Linux (e o Windows) “não são confiáveis”.

Por Andrew S. Tanenbaum
Os usuários de computadores estão mudando. Há dez anos, a maioria dos usuários de computadores eram pessoas ou profissionais jovens com amplo conhecimento técnico. Quando algo saía errado – o que ocorria com freqüência –, eles sabiam consertá-las. A maioria deles consegue consertar computadores tão bem quanto um nerd de computador padrão sabe consertar seu carro. O que eles querem mais do que qualquer outra coisa é que o computador funcione o tempo todo, sem interrupções ou falhas.
Muitos usuários comparam automaticamente seus computadores a suas televisões. Ambos estão repletos de componentes eletrônicos mágicos e possuem telas grandes. A maioria dos usuários tem um modelo implícito de uma televisão: (1) você compra a TV; (2) você a liga na tomada; (3) ela funciona perfeitamente sem qualquer falha durante os próximos dez anos. Eles esperam isso do computador e, quando não é o que obtêm, ficam frustrados. Quando os especialistas em computadores lhes dizem: “Se Deus quisesse que os computadores funcionassem o tempo todo, Ele não teria inventado o botão de RESET”, eles não se convencem.
Por falta de uma melhor definição de disponibilidade, adotemos a seguinte: um dispositivo é dito disponível (isto é, podemos dispor dele) se 99% dos usuários jamais experimenta qualquer falha durante todo o período em que o possuem. Por essa definição, virtualmente nenhum computador é disponível, enquanto a maioria das TVs, iPods, câmeras digitais etc. são. Usuários técnicos de computador estão dispostos a perdoar um computador que trave uma ou duas vezes por ano; usuários comuns, não.
Usuários domésticos não são os únicos incomodados com a baixa disponibilidade dos computadores. Até mesmo em ambientes altamente técnicos, a baixa disponibilidade dos computadores é um problema. Empresas como Google e Amazon, com centenas de milhares de servidores, experimentam várias falhas todo dia. Elas aprenderam a conviver com isso, mas prefeririam sistemas que simplesmente funcionassem sem parar. Infelizmente, os softwares atuais falham nesse aspecto.
O problema básico é que softwares contêm bugs, e quanto mais software, mais bugs. Vários estudos já mostraram que o número de bugs por mil linhas de código (KLoC) varia de um a dez em grandes sistemas de produção. Um software muito bem escrito talvez tenha dois bugs por KLoC ao longo do tempo, mas não menos. Um sistema operacional com, digamos, 4 milhões de linhas de código, portanto, deve ter pelo menos 8 mil bugs. Nem todos são fatais, mas alguns serão. Um estudo da Universidade Stanford mostrou que drivers de dispositivos – que compõem até 70% da base de código de um sistema operacional típico – possuem taxas de bugs 3x a 7x mais altas que o resto do sistema. Drivers de dispositivos têm taxas mais altas porque (1) são mais complicados e (2) são menos inspecionados. Enquanto muitas pessoas estudam o escalonador, poucas verificam os drivers de impressoras.

A solução: kernels menores

A solução para esse problema é retirar código do kernel, no qual o dano pode ser máximo, e colocá-lo em processos do espaço do usuário, onde bugs não conseguem causar falhas de sistema. É assim que o MINIX 3 é projetado. O sistema MINIX atual é o (segundo) sucessor do MINIX original, que foi lançado originalmente em 1987 como sistema operacional educativo, mas desde então foi radicalmente revisado para se tornar um sistema altamente disponível e auto-recuperável. Segue uma breve descrição da arquitetura do MINIX; há mais informações em www.minix3.org.
O MINIX 3 é projetado para rodar o mínimo de código possível no modo do kernel, em que bugs podem facilmente ser fatais. Em vez de 3-4 milhões de linhas de código no kernel, o MINIX 3 tem aproximadamente 5.000 linhas de código no kernel. Às vezes, kernels desse tamanho são chamados de microkernels. Eles lidam com gerenciamento de processos no baixo nível, escalonamento, interrupções e o relógio, e fornecem alguns serviços de baixo nível para componentes do espaço do usuário.
A maior parte do sistema operacional roda como uma coleção de drivers de dispositivos e servidores, cada um rodando como processo comum do espaço do usuário com privilégios restritos. Nenhum desses drives e servidores roda como superusuário ou equivalente. Eles não conseguem nem acessar dispositivos de I/O ou o hardware MMU diretamente; precisam usar serviços do kernel para ler e escrever no hardware. A camada de processos rodando diretamente no modo de usuário acima do kernel consiste em drivers de dispositivos, com o driver de disco, o de Ethernet e todos os outros rodando como processos separados protegidos pelo hardware MMU, para não conseguirem executar qualquer instrução privilegiada e nem lerem ou escreverem em locais de memória além dos seus próprios.
Acima da camada de drivers vem a de servidores, com um servidor de arquivos, um servidor de processos e outros. Os servidores fazem uso dos drivers assim como de serviço do kernel. Por exemplo, para ler um arquivo, um processo do usuário envia uma mensagem ao servidor de arquivos, que então envia uma mensagem para o driver de disco para buscar os blocos necessários. Quando o sistema de arquivos os tem em seu cache, ele chama o kernel para movê-los para o espaço de endereços do usuário.
Além desses servidores, há um outro servidor chamado “servidor de reencarnação”. Ele é o pai de todos os processos de drivers e servidores e monitora seu comportamento. Se ele descobrir um processo que não esteja respondendo a pings, ele inicia uma nova cópia a partir do disco (exceto pelo driver do disco, que fica oculto na RAM). O sistema foi projetado para que muitos (mas não todos) os drivers e servidores críticos sejam automaticamente substituídos enquanto o sistema funciona, sem perturbar os processos de usuário em execução e sem nem notificar o usuário. Dessa forma, o sistema é auto recuperável.
Para testar se essas idéias funcionam na prática, conduzimos os seguintes experimentos. Iniciamos um processo de injeção de falhas que sobrescreveu 100 instruções de máquina no binário do driver Ethernet em execução para ver o que ocorreria caso um deles fosse executado. Se nada acontecesse em poucos segundos, outras 100 eram injetadas e assim por diante. No total, injetamos 800.000 falhas em cada um dos três diferentes drivers Ethernet e causamos 18.000 travamentos do driver. Em todos os casos, o driver foi automaticamente substituído pelo servidor de reincarnação. Apesar de injetar 2,4 milhões de falhas no sistema, o servidor não parou uma vez sequer. Nem é preciso dizer que se ocorrer um erro fatal num driver do Windows ou do Linux rodando no kernel, todo o sistema operacional travará imediatamente.
Existe alguma desvantagem nessa técnica? Sim. Há uma redução de desempenho. Não a medimos extensivamente, mas o grupo de pesquisa em Karlsruhe, Alemanha, que desenvolveu seu próprio microkernel (o L4) e depois rodou o Linux como um de seus processos de usuário, conseguiu uma perda de desempenho de apenas 5%. Acreditamos que se dedicarmos um pouco de atenção a esse típico, também conseguiremos reduzir a perda para a faixa entre 5 e 10%. Desempenho não é uma prioridade para nós, já que a maioria dos usuários que lêem email ou navegam pelo Facebook não são limitados pelo desempenho da CPU. O que eles querem, no entanto, é um sistema que simplesmente funcione o tempo todo.

Se microkernels são tão disponíveis, por que ninguém os usa?

Na verdade, usam, sim. Provavelmente você roda vários deles. Seu telefone celular, por exemplo, é um computador pequeno, mas comum em todos os outros aspectos, e há uma boa chance de ele rodar o L4 ou o Symbian, outro microkernel. O roteador de alta performance da Cisco também usa um microkernel. Nos mercados militar e aeroespacial, em que disponibilidade é fundamental, o Green Hills Integrity, outro microkernel, é amplamente usado. O PikeOS e o QNX também são microkernels amplamente usados em sistemas industriais e embarcados. Em outras palavras, quando é realmente importante que o sistema “simplesmente funcione o tempo todo”, as pessoas usam microkernels. Para mais informações sobre esse tópico, veja www.cs.vu.nl/~ast/reliable-os/.

Concluindo, é nossa crença, baseada em várias conversas com usuários não técnicos, que o que eles mais desejam é um sistema que funcione perfeitamente todo o tempo. Eles têm uma baixa tolerância a sistemas pouco confiáveis, mas atualmente não têm escolha. Acreditamos que sistemas baseados em microkernels podem nos levar a sistemas mais disponíveis.

O Debate entre Linus Torvalds e Andy Tanembaum

Outro lado da moeda, é ver o debate entre Linus Torvalds e Andy Tanembaum.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Debate_entre_Tanenbaum_e_Torvalds 

Créditos:
http://www.linuxmagazine.com.br/lm/materia/tanenbaum_por_que_os_computadores_nao_funcionam_sem_parar
https://pt.wikipedia.org/wiki/Debate_entre_Tanenbaum_e_Torvalds 




quarta-feira, 4 de maio de 2016

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Linux "comendo" memória RAM dos servidores ?

          Por Richardson Lima

Olá pessoal,

Segue abaixo um pequeno texto que escrevi afim de compartilhar a minha experiência com análise de desempenho de servidores Linux. Este tema parace simples, mas muitos administradores ao redor do mundo se confundem bastante. Leia até o final e me diga o que você acha.

O que de fato está acontecendo ? 
Bom, o sistema operacional GNU/Linux faz o uso da memória RAM não utilizada para o cache de disco. Isso faz com que você pense que está com pouca memória, mas você não está!  

Por que o GNU/Linux faz isso?
O cache de disco torna o sistema muito mais rápido. Não há desvantagens, exceto para novos administradores do sistema operacional.  

E se eu quiser executar mais aplicativos e a memória RAM estiver alocada para cache de disco?
Se os aplicativos ou serviço do sistema desejam mais memória, o sistema operacional Linux simplesmente vai"devolver"  uma parte da memória que estava sendo usada como cache de disco para este fim, esta devolução é extremamente calculada por algoritmos do sistema operacional. O cache de disco pode sempre ser devolvido para aplicações de forma imediata. 

Então, Preciso de mais swap?
Não, o uso de memória RAM para cache de disco não tem como levar o sistema operacional a usar swap. 

Como faço desativar este recurso de alocação de memória RAM para cache?
Você não pode desativar o cache de disco. A única razão para que um administrador queira desabilitar o  recurso de cache de disco, é porque ele acha que é preciso deixar a memória longe de suas aplicações e serviços. Cache de disco faz com que as aplicações rodem de forma mais rápida, mas NUNCA  "rouba" a memória das aplicações, isto é extremamente gerenciado pelo sistema operacional. Portanto, não há absolutamente nenhuma razão para desativar este recurso!
Como faço para ver quanta memória RAM livre eu realmente tenho?
Para ver quanta memória RAM está REALMENTE livre para usar para seus aplicativos e serviços no sistema operacional, execute o famoso comando  free -m e verifique a linha que diz "- / + buffers / cache", isso mesmo, na coluna que diz "free". Veja o item selecionado na imagem abaixo, este é o valor REAL de memória FREE!



quarta-feira, 3 de junho de 2015

15 anos de Funções ZZ

15 anos… É muita coisa.
Imagino que deva ter usuários das Funções ZZ que são mais novos do que isso :)
Quando penso em softwares antigos, como as ferramentas originais do Unix, sempre imagino seus criadores como véios barbudos de óculos. Agora aqui estou eu, um jovem* gafanhoto que todo dia aprende algo novo, que nem barba tem direito (só uns fiapos), olhando meu próprio software completar 15 anos.
* Se é que alguém com 37 anos ainda pode ser considerado jovem…
No post comemorando os 13 anos, já ponderei sobre o tempo que passou e o que me faz continuar trabalhando neste software, após tantos anos. Então dessa vez vamos direto ao que interessa.

A versão nova

Para comemorar este aniversário, eu e o Itamar (meu amigo e co-autor das funções) decidimos preparar uma versão nova das funções. A última foi em 2013, nacomemoração de 13 anos.
Trabalhamos pesado nos últimos meses, usando nossas raras horas vagas de emprego/família/obrigações para discutir problemas, arrumar bugs, criar funções novas e melhorar as já existentes. O GitHub atesta a loucura que é esse desenvolvimento:
O resultado é a versão nova 15.5 (downloadanúnciochangelog), que traz um número recorde de 49 funções novas, deixando nosso querido software com um total de 178 funções!
Bônus: Sabe quem enviou uma função nova, para participar das comemorações? OThobias, antigo co-autor das funções que há anos não “aparecia” por estas bandas. Massa!

Vem participar do projeto!

Você é programador(a), ou curte a linha de comando? Te convido a juntar-se a nós lá no GitHub. Pode entrar no meio das conversas lá no issues, reportar problemas ou criar sua própria Função ZZ.
Mesmo que não seja programador(a), você sabia que o site das funções também é um projeto lá no GitHub, e é gerado automaticamente a cada commit? Assim, caso você encontre algum erro no site, ou queria contribuir com conteúdo novo, é fácil. No final de cada página do site há um link direto para o seu arquivo original, pronto para ser melhorado, por você!
Toda ajuda é muito bem-vinda, e necessária para que o projeto continue ativo por muitos anos mais. Muito obrigado a todos os contribuidores atuais e que venham os novos!

Criado por Aurelio Jargas, este é um software livre 100% nacional e maduro, que já completou 15 anos de existência. É o resultado do trabalho voluntário e não remunerado de vários brasileiros que colaboram em suas horas vagas, por prazer. Feito com muito carinho, bash, sed, awk, dedicação, expressões regulares, grep ...

Quer conhecer mais... ??? - http://funcoeszz.net/ 

quarta-feira, 27 de maio de 2015

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Shell Script com Dialog - Usando o YESNO (dialog --yesno)

Segue o resumo de comandos e conceitos vistos em Sala de Aula.
Este é um material de apoio aos meus alunos que tem todo embasamento durante as aulas presenciais.

Você pode encontrar todos os resumos de aula no link abaixo:

Estas aulas são dedicadas ao uso de Shell Script com o recurso Dialog.

"O Dialog é um programa usado para desenhar interfaces amigáveis para o usuário, com botões e menus, a partir de um Shell Script." (aurelio.net/shell/dialog)

Recomendo a leitura do melhor manual em português de DIALOG que existe: http://aurelio.net/shell/dialog/

Para usar o recurso de caixas com o dialog, é necessário que você o instale na sua distribuição.
Caso você use DEBIAN/MINT/UBUNTU e derivados, faça:

# apt-get install dialog
# yum install dialog

Caso você use REDHAT/FEDORA/CENTOS e derivados, faça:

Este exemplo, usaremos o recurso para questionar o usuário. O usuário poderá escolher entre SIM e NÃO. É possível capturar a escolha do usuário através do script.

Você pode testar direto na linha de comando, ou usar um script.

Faça você mesmo.

dialog --yesno  "Voce e feliz?" 0 0

Veja um exemplo mais completo utilizando o script abaixo que produz as seguintes telas:













#!/bin/bash
##########################################################
# Scripts de Exemplo de Uso de Shell Script com Dialog   #
# Obs: Nao esqueca que para funcionar o pacote dialog    #
#      tem que estar instalado no seu S.O.               #
#                                                        #
# Autor: Dailson Fernandes - contato@dailson.com.br      #
# Licenca: GNU/GPL                                       #
##########################################################
# Exibe uma mensagem simples para o usuario.
# E espera que ele pressione enter.
dialog --msgbox "Questionando o Usuario..." 6 30

# Obs: A barra invertida quebra a linha esteticamente,
#      Porem nao ha quebra no comando.


dialog --yesno  "Voce e feliz?" 0 0

dialog --msgbox "Descobrindo que botao \no usuario pressionou...." 6 30
# Primeira maneira de saber qual botao o usuario pressionou.

dialog --yesno  "Voce e Bonito?" 0 0 \
                && dialog --msgbox "O Usuario Pressionou YES" 6 30 \
                ||dialog --msgbox "O Usuario Pressionou NO" 6 30

dialog --msgbox "Pressiona o outro Botao agora \n So pra testar :)" 6 40
# Primeira maneira de saber qual botao o usuario pressionou.

dialog --yesno  "Voce e Feio?" 0 0 \
                && dialog --msgbox "O Usuario Pressionou YES" 6 30 \
                ||dialog --msgbox "O Usuario Pressionou NO" 6 30

# Segunda maneira de saber que botao o usuario pressionou.
# Atraves do retorno da variavel $?
# Se o retorno for 0 - O Usuario pressionou YES.
# Se o retorno for 1 - O Usuario pressionou NO.

dialog --msgbox "Descobrindo o Botao que o usuario pressionou \n
 Atraves do Retorno da Variavel \$? \n
 Se O usuario pressionou YES \$?=0 \n
 Se O usuario pressionou NO  \$?=1" 8 50
# Primeira maneira de saber qual botao o usuario pressionou.

dialog --yesno  "Voce e Simpatico?" 0 0
if [ "$?" = "0" ]
then
    dialog --msgbox "O Usuario Pressionou YES" 6 30
else
    dialog --msgbox "O Usuario Pressionou NO" 6 30
fi

clear

Shell Script com Dialog - Usando o TIMEBOX (dialog --timebox)

Segue o resumo de comandos e conceitos vistos em Sala de Aula.
Este é um material de apoio aos meus alunos que tem todo embasamento durante as aulas presenciais.

Você pode encontrar todos os resumos de aula no link abaixo:

Estas aulas são dedicadas ao uso de Shell Script com o recurso Dialog.

"O Dialog é um programa usado para desenhar interfaces amigáveis para o usuário, com botões e menus, a partir de um Shell Script." (aurelio.net/shell/dialog)

Recomendo a leitura do melhor manual em português de DIALOG que existe: http://aurelio.net/shell/dialog/

Para usar o recurso de caixas com o dialog, é necessário que você o instale na sua distribuição.
Caso você use DEBIAN/MINT/UBUNTU e derivados, faça:

# apt-get install dialog
# yum install dialog

Caso você use REDHAT/FEDORA/CENTOS e derivados, faça:

Este exemplo, usaremos o recurso de exibir ou capturar uma hora através da caixa TIMEBOX.

Você pode testar direto na linha de comando, ou usar um script.

Faça você mesmo.

dialog --timebox  "Hora Atual" 0 0

Veja um exemplo mais completo utilizando o script abaixo que produz as seguintes telas:









Código Fonte do Script:

#!/bin/bash
##########################################################
# Scripts de Exemplo de Uso de Shell Script com Dialog   #
# Obs: Nao esqueca que para funcionar o pacote dialog    #
#      tem que estar instalado no seu S.O.               #
#                                                        #
# Autor: Dailson Fernandes - contato@dailson.com.br      #
# Licenca: GNU/GPL                                       #
##########################################################
# Exibe uma mensagem simples para o usuario.
# E espera que ele pressione enter.
dialog --msgbox " Exibindo campo de Hora \n (Hora atual do Sistema)" 7 30

dialog --timebox  "Hora Atual" 0 0

dialog --msgbox " Exibindo uma hora Especifica " 7 35

dialog --timebox "Meio Dia" 0 0 12 00 00

dialog --msgbox "Capturando a Hora que \no usuario selecionou " 7 35

HORA=$(dialog --stdout --timebox  "Hora Atual" 0 0)

dialog --msgbox " A Hora Escolhida foi: \n $HORA  " 7 35

clear



Shell Script com Dialog - Usando o TEXTBOX (dialog --textbox)

Segue o resumo de comandos e conceitos vistos em Sala de Aula.
Este é um material de apoio aos meus alunos que tem todo embasamento durante as aulas presenciais.

Você pode encontrar todos os resumos de aula no link abaixo:

Estas aulas são dedicadas ao uso de Shell Script com o recurso Dialog.

"O Dialog é um programa usado para desenhar interfaces amigáveis para o usuário, com botões e menus, a partir de um Shell Script." (aurelio.net/shell/dialog)

Recomendo a leitura do melhor manual em português de DIALOG que existe: http://aurelio.net/shell/dialog/

Para usar o recurso de caixas com o dialog, é necessário que você o instale na sua distribuição.
Caso você use DEBIAN/MINT/UBUNTU e derivados, faça:

# apt-get install dialog
# yum install dialog

Caso você use REDHAT/FEDORA/CENTOS e derivados, faça:

Este exemplo, usaremos o recurso de exibir um arquivo para o usuário. 

Você pode testar direto na linha de comando, ou usar um script.

Faça você mesmo.

dialog --textbox /etc/services 0 0

Veja um exemplo mais completo utilizando o script abaixo que produz as seguintes telas:




Código fonte do script:

#!/bin/bash
##########################################################
# Scripts de Exemplo de Uso de Shell Script com Dialog   #
# Obs: Nao esqueca que para funcionar o pacote dialog    #
#      tem que estar instalado no seu S.O.               #
#                                                        #
# Autor: Dailson Fernandes - contato@dailson.com.br      #
# Licenca: GNU/GPL                                       #
##########################################################
# Exibe uma mensagem simples para o usuario.
# E espera que ele pressione enter.
dialog --msgbox "Exibindo um arquivo para o usuario" 0 0

dialog --textbox /var/log/auth.log 0 0

clear

Baixe este script em:
http://www.reconstrucao.org/palestra/shell/dialog/textbox.sh
Baixe todos os scripts de exemplos dialog:

Shell Script com Dialog - Usando o TAILBOX (dialog --tailbox) para exibir um arquivo em tempo real.

Segue o resumo de comandos e conceitos vistos em Sala de Aula.
Este é um material de apoio aos meus alunos que tem todo embasamento durante as aulas presenciais.

Você pode encontrar todos os resumos de aula no link abaixo:

Estas aulas são dedicadas ao uso de Shell Script com o recurso Dialog.

"O Dialog é um programa usado para desenhar interfaces amigáveis para o usuário, com botões e menus, a partir de um Shell Script." (aurelio.net/shell/dialog)

Recomendo a leitura do melhor manual em português de DIALOG que existe: http://aurelio.net/shell/dialog/

Para usar o recurso de caixas com o dialog, é necessário que você o instale na sua distribuição.
Caso você use DEBIAN/MINT/UBUNTU e derivados, faça:

# apt-get install dialog
# yum install dialog

Caso você use REDHAT/FEDORA/CENTOS e derivados, faça:

Este exemplo, usaremos o recurso de exibir um arquivo em tempo real para o usuário. Este exemplo é muito útil para exibir logs, por exemplo.

Você pode testar direto na linha de comando, ou usar um script.

Faça você mesmo.

# dialog --tailbox /var/log/auth.log 0 0

Veja um exemplo mais completo utilizando o script abaixo que produz as seguintes telas:



Código fonte do script:

#!/bin/bash
##########################################################
# Scripts de Exemplo de Uso de Shell Script com Dialog   #
# Obs: Nao esqueca que para funcionar o pacote dialog    #
#      tem que estar instalado no seu S.O.               #
#                                                        #
# Autor: Dailson Fernandes - contato@dailson.com.br      #
# Licenca: GNU/GPL                                       #
##########################################################
# Exibe uma mensagem simples para o usuario.
# E espera que ele pressione enter.
dialog --msgbox "Exibindo um arquivo tem tempo real" 0 0

dialog --tailbox /var/log/auth.log 0 0

clear

Baixe este script em:
http://www.reconstrucao.org/palestra/shell/dialog/tailbox.sh
Baixe todos os scripts de exemplos dialog:

Shell Script com Dialog - Usando o recurso de sobrepor caixas dialog.

Segue o resumo de comandos e conceitos vistos em Sala de Aula.
Este é um material de apoio aos meus alunos que tem todo embasamento durante as aulas presenciais.

Você pode encontrar todos os resumos de aula no link abaixo:

Estas aulas são dedicadas ao uso de Shell Script com o recurso Dialog.

"O Dialog é um programa usado para desenhar interfaces amigáveis para o usuário, com botões e menus, a partir de um Shell Script." (aurelio.net/shell/dialog)

Recomendo a leitura do melhor manual em português de DIALOG que existe: http://aurelio.net/shell/dialog/

Para usar o recurso de caixas com o dialog, é necessário que você o instale na sua distribuição.
Caso você use DEBIAN/MINT/UBUNTU e derivados, faça:

# apt-get install dialog
# yum install dialog

Caso você use REDHAT/FEDORA/CENTOS e derivados, faça:

Este exemplo, usaremos o recurso de sobrepor caixas na mesma tela. Este recurso é usado em geral quando estamos tratando do mesmo assunto com o usuário. Ao usar este recurso, você deixa o seu script com um ar mais requintado e profissional ;)

Você pode testar direto na linha de comando, ou usar um script.

Veja um exemplo mais completo utilizando o script abaixo que produz as seguintes telas:






Código fonte do Script:

#!/bin/bash
##########################################################
# Scripts de Exemplo de Uso de Shell Script com Dialog   #
# Obs: Nao esqueca que para funcionar o pacote dialog    #
#      tem que estar instalado no seu S.O.               #
#                                                        #
# Autor: Dailson Fernandes - contato@dailson.com.br      #
# Licenca: GNU/GPL                                       #
##########################################################
# Exibe uma mensagem simples para o usuario.
# E espera que ele pressione enter.

dialog --msgbox "Para usar este software, voce deve ler os termos
da GNU/GPL" 0 0

dialog --textbox gnugpl.txt 0 0
# O Parametro --and-widget dentro de um dialog eh capaz de chamar
# outra dialog especificar o tipo de deixar uma sobre a outra.
# O parametro --begin, especifica o local onde vai ficar a caixa
# na tela. Sendo o primeiro parametro a linha e o segundo a coluna do
# video.

dialog --yesno "Voce aceita os termos da GNU/GPL?" 0 0 \
 --and-widget --begin 10 30 --yesno "Tem Certeza ?" 0 0 \
 --and-widget --begin 12 35 --yesno "Veja la viu... ?" 0 0 \
 --and-widget --begin 14 40 --yesno "Nao vou perguntador de novo..." 0 0

clear